Código de acesso

Digite o código que está na área de membros da Fábrica de Recursos. Você só precisa fazer isso uma vez neste computador.

Fábrica de Recursos Terapêuticos
Assistente de plano de intervenção

A mesma habilidade,
etapas diferentes

Duas crianças podem ter o mesmo objetivo e precisar de recursos completamente distintos. O que muda não é a habilidade, é a etapa de aquisição em que cada uma está.

Planos que você gerou

Ficam salvos neste computador, neste navegador. Se limpar o histórico do navegador ou usar outra máquina, eles não aparecem.

PÁGINA 1 DE 3

A criança e o caso

O relato livre é a parte que mais pesa na análise: é dele que sai o comportamento-alvo observável. Descreva cenas, não conclusões. A hipótese diagnóstica não define o plano, mas indica o processo central que costuma manter o problema naquele quadro, e é isso que impede o plano de mirar no alvo errado.

Cenas concretas, em que situações aparece, o que a família e a escola relatam, onde emperra.
Campo aberto. Escreva como você formularia no prontuário, inclusive comorbidades ou "em investigação".
Natureza da dificuldade Isso muda o ponto de entrada do plano.
PÁGINA 2 DE 3

Habilidades em déficit

Queixas amplas como "não lida bem com a frustração", "é desatento" ou "tem dificuldade com os colegas" descrevem o que se vê, não o que falta. Por trás de cada uma pode estar um déficit em habilidade social, uma capacidade sociocognitiva ainda não formada ou uma função cognitiva de base, e a intervenção muda inteiramente conforme o caso. É por isso que aqui você marca a habilidade específica, e não só a área geral: é ela que determina o recurso indicado no plano. Percorra os três domínios, escolha a classe e marque o que está em déficit. Você pode marcar itens de domínios diferentes, e este passo é opcional.

Marcado até aqui
Nada marcado ainda. Este passo é opcional, mas quanto mais preciso, melhor o plano.
PÁGINA 3 DE 3

Contexto e histórico

Aqui está a explicação de por que o problema se mantém. O que a família faz depois do comportamento costuma ser o que o sustenta, e sem isso no plano o ganho da sessão não se transfere. O que já foi trabalhado evita repetir caminho que não funcionou, e os interesses da criança são o que torna o recurso possível de aplicar de verdade.

É por aqui que o recurso entra.